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quarta-feira, 29 de abril de 2009

MAIS UM POEMA DE AMOR

Não sabemos como nos escapou este poema! Durante as férias da Páscoa, fizemos mais umas pesquisas e encontrámo-lo... em francês. A azáfama das comemorações das invasões francesas já passou (participámos no sarau cultural tocando o Bolero de Ravel, em instrumental orff) e algumas actividades do Agrupamento podem ser vistas aqui.
Então, hoje à tarde, dois alunos do nosso grupo, a Sandra e o Luís, juntaram-se à professora de Língua Portuguesa e fizeram a tradução livre do poema encontrado.

Complainte de Pedro
Maintenant que vous me l'avez tuée
Pourquoi donc ai-je encor ma destinée?
Un règne, où elle ne règnera plus,
Des palais, qu'elle n'habitera plus
Un lit, où je ne la trouverai plus,
Une vie, qui ne la servira plus
Des jambes, qui vers elle n'iront plus,
Des bras aussi, qui ne l'étreindront plus,
Des mains qui ne la caresseront plus,
Des oreilles, qui ne l'entendront plus
Des yeux, qui ne la contempleront plus,
Des lèvres, qui ne l'embrasseront plus
Un corps, qui ne la possèdera plus
Un coeur, puisqu'il ne palpitera plus,
Une âme enfin, qui n'espèrera plus!


Marcel Dany, in http//www.triplov.com/letras/Pedro-Ines/Marcel-Dany/index.htm


Queixa de Pedro
Agora que ela me foi roubada
Porque continuo nesta estrada?
Um reino onde ela já não reina
Palácios onde ela já não passeia
Uma cama onde já não a descubro
Uma vida que já não a serve
Passos que ao seu encontro já não correm
Braços que já não a envolvem
Mãos que já não a afagam,
Ouvidos que já não a escutam,
Olhos que já não a contemplam,
Lábios que já não a beijam
Um corpo sem o seu corpo
Um coração que já não pulsa
Uma alma, enfim, que já não espera!

sexta-feira, 27 de março de 2009

DORMEM, AQUI, O SONO ETERNO...

É no Mosteiro de Alcobaça que D. Pedro e Inês de Castro dormem o sono eterno, em paz, nos túmulos que D. Pedro mandou construir após a subida ao trono. O Mosteiro pode ser visitado virtualmente, aqui.
Os alunos de 6ºano da nossa escola visitaram-no, no passado dia 21 de Março, e cederam-nos as fotos.


Escolhemos esta canção por se adaptar tão bem a todas as estórias de amor de fim trágico.

É, também, uma forma de se aprender francês com uma canção de amor, cuja tradução foi feita na aula de Francês da professora Marília Zita:

LES AMANTS
Edith Piaf e Charles Dumont

Quand les amants entendront cette chanson
C'est sûr, ma belle, c'est sûr qu'ils pleureront...

Ils écouteront
Les mots d'amour
Que tu disais
Ils entendront
Ta voix d'amour
Quand tu m'aimais
Quand tu croyais que tu m'aimais
Que je t'aimais, que l'on s'aimait...

Quand les amants entendront cette chanson
C'est sûr, ma belle, c'est sûr qu'ils pleureront...

J'entends toujours... j'entends ton rire
Quand quelquefois je te disais:
"Si un jour...
...tu ne m'aimais plus
Si un jour...
...on ne s'aimait plus..."
Tu répondais: "C'est impossible!"
Et tu riais... tu riais...
Eh bien, tu vois, tu n'aurais pas dû rire...

Quand les amants entendront cette chanson
C'est sûr, ma belle, c'est sûr qu'ils pleureront...

Ils écouteront
Les mots d'amour
Que tu disais
Ils entendront
Ta voix d'amour
Quand tu m'aimais
Quand tu croyais que tu m'aimais
Que je t'aimais, que l'on s'aimait...

Quand les amants entendront cette chanson
C'est sûr, ma belle, c'est sûr qu'ils pleureront...

in, http://vagalume.uol.com.br/edith-piaf/les-amants.html

TRADUÇÃO

Quando os amantes ouvirem esta canção

É certo, minha amada que eles chorarão.

Eles ouvirão

As palavras de amor

Que tu dizias

Eles ouvirão

A tua voz apaixonada

Quando tu me amavas

Quando acreditavas que me amavas

Que eu te amava, que nós nos amávamos.

Ainda ouço... ouço o teu riso

Quando por vezes te dizia:

"Se um dia...

... deixares de me amar

Se um dia...

... Não nos amarmos mais"

Tu respondias: "É impossível"

E tu rias... rias...

Vês, não o deverias ter feito.

quinta-feira, 26 de março de 2009

FOTONOVELA


Recriação do romance de Pedro e Inês, numa espécie de fotonovela, por Inês e Mónica (Comunidade de Leitores)

Início da estória: profª Ana Paula Oliveira

Fonte: REIS, A. do Carmo - 10 contos da nossa História. 1ªed., Porto: Campo das Letras, 2001

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